terça-feira, novembro 05, 2013

Filmagem de Savage Harvest - Rio, Julho de 1980


Esse cartaz é hilário. Acho que os distribuidores quiseram dar um ar de filme-catástrofe, mas não colou...

Fui convidado para fazer parte da equipe de Colheita Selvagem pelo Herbert Richers Junior, o Bijunio. No início, meu trabalho seria procurar alguns móveis e objetos antigos para a decoração dos cenários, na cidade de Vassouras e arredores. 

Após uma pesquisa razoável, percebi que os trabalhos de construção na Fazenda Cachoeira, local onde seria rodada toda a parte brasileira do filme, estavam muito atrasados. Era o dia 26 de junho e a data do início da filmagem seria 7 de julho. 11 dias corridos. Achei que o prazo era curto demais. Mas, minha posição era ínfima na produção e não tinha muito a ver com o planejamento. Assim, não dei atenção. Saí de Vassouras resolvido a também sair da produção. Estava tudo muito desorganizado para meu gosto. Uma das frases que ouvi de um morador local: "estou preparado para me dar bem com esses americanos", me forneceu a cor do espetáculo que ali se desenrolaria por 3 meses.

Cheguei ao Rio dia 29 de junho e fiz uma visita à central de produção, encabeçada por Michael Bennet, production manager, que veio diretamente de Los Angeles e Victor Lima (diretor de produção), Herbert Richers Jr (produtor associado)e Phyllis Hubber (coordenadora).

Nesse apartamento, alugado pela produção em Ipanema, morava o diretor de arte e designer Brian Eatwell com sua prancheta. Acompanhava-o sua intérprete e secretária brasileira, Tania Cavalcanti. Ela tinha sido secretária executiva de uma empresa estrangeira e fôra escolhida para ser assistente do Mr. Eatwell porque dominava o idioma inglês.

Propus ao Brian que eu deixasse em meu lugar na contra regra dos móveis e objetos de cena, a Hilza Maria, que era minha assistente na Blow Up e, na época, quase namorada. Expliquei que o trabalho para o qual eu tinha sido escolhido ficaria melhor em suas mãos. Enrolado com um trabalho atrasado do comercial de Fanta Limão, que não filmávamos por problemas de meteorologia, eu teria que dar mais atenção ao projeto e não queria atrapalhar minha situação profissional no mercado carioca.

Levei Hilzinha, alguns dias depois, a Vassouras para apresentá-la à equipe com o aval do Brian e também para passar todo o resultado da minha pesquisa. Dia 3 de julho, faltando 4 dias para o início da filmagem, fomos à fazenda. Pela primeira vez, passei pelo páteo aonde estavam os leões em suas jaulas, onde estacionei. Dali mesmo, notei que o Michael Bennet subia as escadas da antiga senzala em direção à casa grande. Ele estava acompanhado pelo produtor, Sandy Howard. Apressei o passo para alcançá-los. Chamei o Michael para apresentá-lo a Hilza. Sandy quis saber quem eu era e o que estava fazendo ali. Disse, então, que eu era o encarregado da contra-regra externa e queria passar o serviço para ela. Ele não deixou que eu terminasse de falar. Disse: "Come upstairs with me, I need help with some translation". Hilza ficou próximo ao carro, esperando, eu voltaria já, afinal era meu último dia na produção. Passei por mais de 100 pessoas, alguns construiam a casa do fazendeiro inglês, outros trabalhavam nas jaulas e nos cenários. Eu ainda achava que essa filmagem jamais começaria dia 7.

Durante as sessões de tradução, eu escutava o João Lima, o construtor, contratado em Vassouras, afirmar diversas vezes que tudo estaria pronto domingo, dia 6. O meu passeio pela casa parou de repente quando o Cícero Araujo, assistente de produção, veio aos gritos me procurar para que eu tirasse o carro de perto das jaulas. Era uma questão de segurança. Quando cheguei ao lugar, já estava tudo providenciado, pois um dos curiosos que se encontravam por ali, levou meu carro para um estacionamento seguro.

Porém, eu queria dizer good-bye e apresentar minha amiga. À tarde, nesta mesma quinta feira, levei-a para dar uma volta pela cidade e mostrei toda a pesquisa que havia feito e o levantamento dos objetos. Mesmo assim, ganhei uns dólares extras, pois o Michael me pediu que conduzisse ao Rio uma turma: Graham Henderson (Accounting), Mike Roberts (Cameraman) e Roger McDonald (Assistente de Câmera), todos ingleses. Os dois câmeras teriam que pegar a ponte aérea para São Paulo a fim de checar o equipamento da produtora do Valdi Ercolani. O contador ia ao Rio buscar dinheiro.

Quando cheguei a Ipanema com o Graham, notei que a produção estava com problemas para conseguir alugar um gerador de 20KVA. Conheci Clélia Schembri, que era a Assistente de Produção Executiva e tinha trabalhado em Moonraker (um James Bond filmado no Rio em 1979 com Roger Moore). A confusão era muito grande e eu pensei em sair de fininho, mas antes teria que acertar meu cachê da semana anterior. Recebi minha graninha e já ia saindo.....

Quando o destino conspira a seu favor, não há nada que se possar fazer para contrariá-lo. No momento de tomar o elevador para sair do prédio, esbarrei de novo com Sandy Howard. Ele, então, me perguntou se eu poderia conseguir umas 10 latas de negativo Eastmancolor 5247, para começar a filmar no dia 7, pois todo o material que tinha vindo dos Estados Unidos ficara preso na Alfândega! Por força de contrato com a seguradora inglesa, era imperativo que ele começasse a filmar na segunda feira mesmo. "Crazy people", pensei. Para colaborar, resolvi fazer umas ligações e logo consegui as 8 latas, que eram suficientes para o primeiro dia. Já de saída para buscá-las, alguém me chamou e me passou o telefone. Era o Michael, ligando de Vassouras. Perguntou se eu poderia acompanhar um grupo na Polícia Federal a fim de pegarem seus vistos de trabalho.

Sandy, Graham, Ronnie Taylor (o diretor de fotografia do filme, que mais tarde viria a ganhar um Oscar com "Gandhi"), Mike Roberts, Roger Mc Donald, Robert Collins (diretor) e Gordon Everett (técnico de som). Ou seja, a nata da equipe técnica principal do filme. Pedi ao motorista para eu mesmo dirigir a kombi. Sendo de Vassouras, ele ia acabar se perdendo e era urgente essa viagem à PF. Lá, encontramos outros participantes: os treinadores, seus assistentes, num total de 26 pessoas. O despachante estava um pouco atordoado com tanta gente. Marquei um encontro com Sandy às 18 horas no escritório em Ipanema e saí para buscar os negativos. Felizmente, chovia muito e o comercial da Fanta estava adiado, dando-me um pouquinho de tempo para faturar uns dólares extras.

De volta ao escritório com as latas de negativo, Sandy me disse: "See you on Monday" e me pediu para confirmar que eu estaria na filmagem na segunda feira. Expliquei, então, que eu não poderia fazer parte da equipe e nem iria voltar a Vassouras, já tinha passado meu serviço para Hilza. Porém, o Bijunio me interrompeu: "Phydias, tá louco? Eu preciso de você. O responsável pelos Efeitos Especiais precisa de um assistente, eu indiquei você". Levei um susto, pois já me achava fora da produção.

Naquele momento, deu o clique do destino. E se eu voltasse atrás em minha decisão e ficasse no filme? No mínimo, seria uma experiência, participar daquela "grande loucura". Resolvi os trâmites do comercial da Fanta com a Blow Up, conversei com o Franklin, que colocou o Pompom no meu lugar na produção e subi para Vassouras na terça à noite, 8 de julho. Ao chegar ao Hotel, fiquei surpreso ao encontrar Jorge Monclar, Dutra, Fernando Duarte (operadores de câmera e diretores de fotografia), Mário da Silva, Ângelo Riva (som), mestre Haroldo (eletricista), Ramiro, Joaquim (maquinistas), Eliseu Ewald (assistente de direção), Ademar, José Vieira, Valter Vieira, Sirlei Dias, Lucia DelCueto. Só então me senti de fato fazendo parte da equipe.

A grande desorganização ou ...Como não fazer filmes no Brasil!

Assolado por péssimas notícias da filmagem, escutava tudo que diziam meus companheiros sobre os problemas que estavam ocorrendo ali e que ainda nem tinha me dado conta. A primeira providência foi comer alguma coisa e à mesa, mais calmamente, Monclar foi me colocando a par da situação. Victor Lima (diretor de produção) tinha sido despedido e Bill Hudson, meu chefe, que eu nem havia conhecido ainda e com o qual iria começar a trabalhar na manhã seguinte, havia reclamado e exigia a minha presença imediata. Soube, também, que o Brian Eatwell havia adorado o trabalho da Hilza e decidira empregá-la definitivamente como set dresser até o final das filmagens. E do imprevisto que acontecera com o ator Arthur O´Malley, no filme fazendo o papel de Dr. McGruder. Ele teve um rompimento dos vasos sanguíneos. 

(Continua em "De Quissamã a Hollywood- o livro". Peça o seu, curta a página no Facebook)








sexta-feira, setembro 13, 2013

O rádio conseguirá se manter vivo? E a fantasia, como fica? Zé Zuca pode ajudar.

O Zé Zuca é um cara muito legal, simpático, grande músico que mistura teatro e educação, homenageando as crianças do Brasil afora, cantando os mitos da Amazônia, de nossas florestas e outros contos do folclore, de humanidade, ecologia e cidadania. Completamente diferente dos paradigmas forçados que os jovens brasileiros são obrigados a consumir horáriamente em seus Ipads, Ipods, androids, tablets, nets e notebooks. 

Mas, Zé Zuca está disposto a manter vivas nossas tradições, através do rádio. Lutando contra super-vilões da cultura e da diversidade do nosso folclore, ele é um super herói da cultura brasileira. 

Zé Zuca: cantor, apresentador, humorista, folclorista e grande brasileiro. 


As coisas da nossa terra estão sendo esquecidas, mas o sistema público de radiodifusão no Brasil ainda permite que muitas atividades radiofônicas e televisivas se mantenham dentro de um padrão de qualidade com seus conteúdos. 

Felizmente, existe a oportunidade para que os brasileiros, em qualquer parte do planeta Terra, possam manter sua brasilidade cultural. O Brasil, em todos os seus aspectos e o melhor das Rádios e TVs do mundo - opa, um aviso: aqui não encontrarás programas que assistes nas TVs privadas...eu disse, "privadas"? - podem ser ouvidos, lidos, vistos e analisados.

A programação da TV Brasil, da TV Brasil Internacional, das rádios públicas do sistema de comunicação EBC, incluída aí a famosa Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional FM de Brasília, Rádio MEC, Nacional da Amazônia e do Alto Solimões, lembrando que essas emissoras de rádio do norte e fronteira do Brasil são responsáveis pela única forma de comunicação da população ribeirinha e fronteiriça.

Uma novidade que ocorre exatamente amanhã, sábado, 14 de setembro, é o programa Rádio Maluca, apresentada pelo Zé Zuca. Para saber sobre a Rádio Maluca, clique aqui:

http://www.zezuca.com.br/main_radio.htm

Para quem estiver no Rio de Janeiro amanhã, dia 14, Sábado, o programa se apresenta ao vivo no SESI do Centro do Rio, das 11- 12hs. No ar na Rádio Nacional do Rio no mesmo horário,  Rádio Nacional do Solimões e Amazônia às 13hs, hora local. 

No domingo, dia 15, às  11 hs , o replay será na Rádio Nacional de Brasília

Quem quiser pode acompanhar pela Internet: http://www.ebc.com.br/sobre-a-ebc/veiculos-da-ebc/radios

(Phydias Barbosa)

segunda-feira, setembro 02, 2013

Assim falava Nostradamus...

Para o ano de 2013, a grande previsão do profeta Nostradamus é 'Fissão Nuclear"

O quarteto de abertura é esse:

Ouro e Prata são fundidos pelo
poder devastador do arco
Um é canibalizado pelo outro
O líder da cidade é derrubado
Quando a frota viaja sob a água


Sugiro a leitura:

Motivo real da escalada contra Damasco 

 http://outraspalavras.net/capa/as-vesperas-de-uma-guerra-obscena/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=as-vesperas-de-uma-guerra-obscena


A quem interessa essas mortes?


A "Queda de Braço" entre Oriente e Ocidente vai continuar!

Um será canibalizado pelo outro (Nostradamus)



quinta-feira, junho 20, 2013

No, I´m not going to the World Cup




No dia 29 de julho de 2013 vai acontecer um show em Brasilia , provavelmente no Estádio Mané Garrincha, em homenagem ao Renato Russo, pago com $$$ dos nossos impostos.

Essa moça que vocês vão ver no vídeo havia sido contratada como AD (Assistant Director), pelos promotores brasileiros do evento, mas depois que ela postou o vídeo foi "desconvidada/descontratada". 

Tenho visto no noticiário cenas de repressão policial idênticas às que presenciei nas décadas de 1960 e 1970, um retrocesso lamentável.
 

Esse vídeo foi produzido antes das manifestações que acontecerem pelo Brasil afora e pelos brasileiros no exterior. 

sábado, março 09, 2013

Juiz Aceita Ação de Fraude e Conspiração de Concessionários de Automóveis

 
Juiz Aceita Ação de Fraude e Conspiração de Concessionários de Automóveis dos EUA Contra a Fabricante Indiana de Caminhões Mahindra
ATLANTA, 8 de março de 2013 - /PRNewswire/ -- Um juiz federal aceitou uma ação judicial de concessionários de automóveis dos EUA que acusa a fabricante de caminhões indiana Mahindra & Mahindra, Ltd. e sua contraparte nos EUA de fraude, falsidade ideológica e conspiração. A ação alega que a Mahindra enganou centenas de concessionários de automóveis dos EUA e saiu com mais de $60 milhões em dinheiro e segredos comerciais, de acordo com o advogado Michael Diaz, Jr., sócio-gerente global da Diaz Reus & Targ localizada em Miami e que é a firma de advocacia que representou os concessionários de automóveis dos EUA.
"Estamos ansiosos pela próxima fase deste litígio e por trazer justiça para centenas de concessionários americanos de automóveis em todo o país que foram vítimas das práticas de negócios fraudulentas da Mahindra", disse Diaz, que lidera a equipe legal da ação formada por Gary Davidson, Brant Hadaway, Carlos Gonzalez e Ahmand Johnson. 
Ontem, em sua decisão em Atlanta, o juiz federal americano Thomas W. Thrash decidiu contra a moção da Mahindra que pleiteava a desqualificação da ação dos requerentes, permitindo que o caso dos concessionários siga em frente. Não foi decidida nenhuma data para uma próxima ação judicial.
"Em um caso de fraude e conspiração comercial, o requerente tem que alegar uma conduta muito específica do réu" disse Hadaway. "Ao decidir que as alegações dos nossos clientes contra a Mahindra são legalmente suficientes para continuar o processo, o juiz Thrash confirmou a decisão dos nossos clientes de buscar compensação por suas perdas".
A ação de contencioso de massa foi proposta em junho de 2012 (número KH199170-3) contra a Mahindra & Mahindra, Ltd e Mahindra USA, Inc. por concessionários de New Hampshire, Flórida, Califórnia, Nova Jersey e Washington. Concessionários de todo o país pagaram as taxas iniciais para concessionárias, comprometeram-se com marketing em nome da Mahindra, construíram showrooms da Mahindra, exibiram plataformas e vitrines e contrataram um adicional de pessoal – tudo segundo de acordo com as exigências da Mahindra segundo o processo.  A Mahindra então começou a lançar as bases para entrar no mercado americano e construir uma rede de concessionárias em todo o país em 2004.
Em uma ação de alta visibilidade para cortejar os concessionários dos EUA, Arun Jaura, um executivo-sênior da Mahindra, participou de uma exibição de automóveis em Atlanta em 2007 em que proclamou repetidamente, "eu amo os Estados Unidos!" Naquela exibição, a qual teve a participação de cerca de 400 concessionários americanos, executivos da Mahindra apresentaram vídeos promocionais que mostravam a durabilidade dos seus veículos, alegadamente mostrando-os sendo conduzidos em diferentes terrenos. Jaura também forneceu uma marca determinada de tempo para a introdução do caminhão de quatro portas da Mahindra no mercado dos Estados Unidos para o final de 2008 e do caminhão de duas portas e caminhonete (SUV) da Mahindra para o terceiro trimestre de 2009.
A jogada da Mahindra foi muito bem sucedida.  Por fim, ela obteve $8,5 milhões em taxas pagas pelos concessionários, de acordo com a ação. Através de uma enxurrada de boletins informativos, jogadas de vendas, propagandas e artigos de notícias orquestrada pela Mahindra, os comentários de Jaura foram posteriormente usados para seduzir mais concessionários americanos, fazendo-os concordar em trabalhar com os veículos da Mahindra.  Durantes os dois anos seguintes, a Mahindra continuou a assegurar aos concessionários americanos que o seu processo de certificação estava sendo realizado, enquanto na verdade ela estava atrasando a submissão dos seus documentos aos órgãos reguladores como um pretexto para encerrar os seus acordos. "A Mahindra repetidamente não cumpriu com as suas obrigações", acrescentou Diaz. "Agora, nós iremos continuar agressivamente em busca de justiça aos nossos clientes".
Sobre a Diaz Reus
A Diaz Reus representa negociantes do mundo inteiro e tem seu foco voltado aos mercados emergentes. Com advogados experientes nos EUA, América Latina, Ásia, Europa e Oriente Médio, a firma é especialmente adequada para lidar com uma ampla gama de complexas transações comerciais, de negócios e financeiras através de fronteiras internacionais. Os advogados da Diaz Reus possuem experiência em assuntos sobre relações governamentais, comércio, conformidade, impostos, e imigração, assim como em assuntos sobre investigações internas e governamentais, litígios complexos e arbitragem. A Diaz Reus opera escritórios em Miami, Florida; Caracas, Venezuela; Xangai, China; Dubai, EAU; Iraque; Frankfurt, Alemanha; Bogotá, Colômbia; Cidade do Panamá, República do Panamá; Cidade do México, México; Buenos Aires, Argentina; Santiago, Chile e através de escritório afiliado em São Paulo, Brasil. Para mais informações, visite o endereço www.diazreus.com ouhttp://www.jdsupra.com/profile/diazreus.
Para a firma de advocacia: Michael Diaz, mdiaz@diazrues.com, +1-305-375-9220
FONTE  Diaz Reus & Targ

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Viajantes ao redor do mundo desejam conectividade e conforto


Pesquisa da Hoteis.com aponta as comodidades hoteleiras mais importantes para os turistas

SÃO PAULO, 20 fevereiro de 2013 - /PRNewswire/ -- Viajantes ao redor do mundo cada vez mais buscam por hotéis que o façam se sentir no conforto do lar enquanto estão viajando, é o que aponta a última pesquisa divulgada pela líder em reservas de acomodações online, Hoteis.com®.
No topo da lista das mordomias mais esperadas pelos clientes de hotéis está o acesso gratuito a Wi-Fi, assim como a gratuidade de alimentos e bebidas como café, que deveria ser obrigatório.

Manter-se conectado de forma gratuita
34% dos entrevistados dizem que o acesso gratuito à rede Wi-Fi é o fator número um na escolha de um hotel, mesmo em viagens de lazer. 56% dos participantes da pesquisa afirmaram que o acesso gratuito a Wi-Fi é o item número um na hora da escolha do hotel quando se viaja a negócios. 66% deles indicaram que o acesso gratuito ao Wi-Fi é a comodidade que eles mais desejam que se torne padrão em todos os hotéis em 2013. O acesso gratuito a Wi-Fi supera a preferência por estacionamento gratuito e café da manhã de cortesia na escolha de um hotel para lazer ou viagens de negócios, o que comprova que o acesso ao mundo on-line é uma necessidade para os viajantes modernos - mais de um terço dos turistas afirmam continuar conectados mesmo durante as férias. Inclusive, apenas 11% dos viajantes ao redor do mundo disseram que estariam dispostos a pagar pelo Wi-Fi ao se hospedar em um hotel. Entre os turistas brasileiros, o Wi-Fi gratuito ficou em segundo lugar da pesquisa, atrás da preferência pelo café da manhã de cortesia. "Com o aumento de companhias aéreas e aeroportos que passaram a oferecer acesso gratuito ao Wi-Fi, os viajantes conectados esperam que essa experiência continue na chegada ao seu hotel", disse Carolina Piber, Diretora de Marketing da Hoteis.com para a América Latina. "Eles estão usando seus tablets, smartphones e laptops para planejar atividades, ficar conectado com a família e até mesmo encomendar uma refeição para que seja entregue diretamente no seu quarto de hotel, por isso, não é nenhuma surpresa que eles exijam o livre e rápido acesso ao Wi-Fi".

Os serviços modernos favoritos
Outras tecnologias disponíveis em casa estão no topo da lista de prioridades para os viajantes – 23% dos entrevistados escolheram ter máquinas de café de última tecnologia como principal comodidade esperada quando se hospedam fora de casa. Quartos totalmente conectados com tecnologia que unifica tudo em um controle remoto para qualquer necessidade levou 20% dos votos. Os hóspedes também indicaram que gostariam muito de desfrutar do acesso gratuito ao Wi-Fi por tablets oferecidos pelo hotel para informações para o cliente, serviços de quarto e guias turísticos dos locais (15%). Na opinião dos brasileiros, a máquina de café também foi eleita a amenidade "moderna" favorita dos brasileiros, com 23%. São as pequenas coisas que contam.
Manter-se hidratado quando viaja também é importante para os hóspedes de hotéis, 43% dos entrevistados escolheram garrafas de água como a amenidade simples mais apreciada. Apenas entrevistados de Taiwan, Hong Kong e Brasil, citaram que preferem adaptadores de energia gratuitos em vez de água engarrafada como cortesia.

O caminho para conquistar os corações (e os estômagos) dos hóspedes
Viajantes ao redor do mundo classificaram o café da manhã gratuito como o serviço favorito (31%) entre os não tecnológicos e gostariam que isso se tornasse padrão nos hotéis em 2013. Happy hour, degustação de vinhos ou outras atividades que envolvam alimentos e bebidas é a amenidade preferida de 42% dos viajantes entrevistados, são serviços que têm sido ultimamente classificados como os favoritos em hotéis. A escolha por café da manhã internacional vem em segundo lugar (19%). Os viajantes citam comida gratuita ilimitada e bebidas (23%) como a comodidade da qual eles mais sentem falta enquanto estão fora de casa. Outros 14% disseram que sentem falta de poder cozinhar na sua cozinha. No Brasil, happy hours, degustação de vinhos ou a qualquer outro momento prazeroso que envolva alimentos e bebidas é a amenidade preferida de 30,1% dos entrevistados, liderando o ranking nesse quesito.

A vida em cinco estrelas – os altos e baixos das regalias do luxo
26% dos entrevistados dizem que a melhor comodidade de se hospedar em hotel de luxo é ter à sua disposição ótimas áreas de fitness e spas, além dos produtos de toalete/banho de alta qualidade, opção que também ficou bem qualificada (21%). Enquanto os viajantes desfrutam de alto nível de conforto e comodidade, o oferecimento de kits de banho de luxo (26%) e o serviço de deixar os lençóis e almofadas de modo aconchegantes (Turn down service) durante a noite simplesmente não são atrativos de acordo com a pesquisa. Mais da metade dos participantes da pesquisa (54%) escolheu o uso gratuito de um Rolls Royce Phantom como uma cortesia de luxo "fora dos padrões" que mais gostaria de experimentar. Nenhuma surpresa!

O passeio surreal de carro venceu inclusive o serviço de um sommelier de chás (9%), um bartender de quarto (9%) e aromatização interna (5%) entre outras extravagâncias menos desejadas.
No Brasil, 27% das pessoas escolheram produtos de banho e cuidados com o corpo como a opção mais diferenciada. Na categoria das amenidades oferecidas pelos hotéis que nunca são usadas, 34,80% dos entrevistados disseram não utilizar os telefones alocados nos banheiros. Esse mesmo item também foi apontado como o menos usado pelos brasileiros, com 38,9%. A Hoteis.com torna muito mais fácil o processo de reservar o tipo de acomodação com as facilidades desejadas pelos viajantes usando filtros e comodidades para ajudar os hóspedes a encontrar a casa perfeita que desejam longe de casa.

Nota do Editor: A pesquisa foi realizada em janeiro de 2013, usando uma média ponderada com base em uma amostra de mais de 8.600 entrevistados em 28 países / cidades: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Colômbia, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha , Hong Kong, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Coréia, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Rússia, Singapura, Espanha, Suécia, Suíça, Taiwan, Reino Unido, EUA.

Sobre a Hoteis.com
A Hoteis.com é líder no mercado de reservas de hospedagem e oferece quase 200 mil opções, que variam de hotéis tradicionais, a aluguel de apartamentos em temporada de férias, alojamentos de pernoites com café da manhã (bed and breakfast) e estadas com serviço completo. A empresa apresenta um dos maiores times de contratação do mercado, negociando as melhores tarifas para seus consumidores, além de oferecer descontos, ofertas especiais e promoções. O envio frequente de newsletter apresenta aos clientes promoções exclusivas e avisa com antecedência sobre descontos que estão por vir. 7 milhões de resenhas de pessoas que se hospedaram nos estabelecimentos estão disponíveis no site para possibilitar aos viajantes o acesso à informação antes de reservar um hotel. Por intermédio do programa de fidelidade Welcome Rewards, os clientes podem ganhar uma diária a cada dez noites reservadas em 85.000 hotéis. Com a Garantia de Equiparação de Preço, caso o cliente encontre valor igual ou menor em um hotel já reservado, a Hoteis.com reembolsará a diferença. Turistas podem reservar online ou entrando em contato com um dos call centers multilíngues. Aplicativos especiais para celulares e tablets também podem ser baixados no site www.hotels.com/deals/mobile_app/ possibilitando a reserva de hotéis em mais de 20.000 ofertas de última hora. Nos últimos oito anos, a Hoteis.com publicou o premiado estudo Índice de Preços de Hotéis – HPI que, realizado duas vezes ao ano, analisa os valores das diárias de hotéis em diversos países. Atualmente, são produzidas 31 edições diferentes do HPI, sendo cada uma específica por país, e podem ser acessadas em http://press.hotels.com/en-gb/hotel-price-index/. Siga a Hoteis.com no Facebook, no Twitter e no YouTube. O site integra o grupo Expedia Inc., a maior companhia online de viagens do mundo com um extenso portfólio que integra algumas das mais conhecidas marcas do mundo.

FONTE Hoteis.com

  O Espelho e o Vento A luz do entardecer entrava pela varanda, mas Raul preferia a luz fria do banheiro. Ali, diante do espelho, ele ensaia...